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O SOFRIMENTO

A PARTICIPAÇÃO DA HUMANIDADE NA PRÓPRIA REDENÇÃO

Mas como?

Isso era outro “segredo” de Fátima


INTRODUÇÃO

O sofrimento só tem dois propósitos; ambos são construtivos

(1) Ajudar um indivíduo sofredor a retornar ao caminho certo (dor é o megafone que Deus usa para ajudar os surdos a ouvi-lo); ou

(2) Porque Deus necessita do nosso sofrimento, para ser usado por mediação da Comunhão dos Santos, para ajudar outras almas na sua redenção.

Quando encaramos a situação acima, (1), devemos rapidamente pedir a Deus que nos ajude a ver que estamos cegos no nosso comportamento, que nos ajude a corrigir os nossos erros e acabar com o nosso sofrimento. Isto é bom.

Se encararmos a outra situação (2), embora o sofrimento físico possa ser grande haverá depois uma alegria interior e uma paz. Uma alegria e uma paz que só a verdadeira colaboração com Deus pode trazer. Isto também é bom.
 

OS DETALHES

Uma Pérola De Sabedoria Divina

Como parte das comunicações associadas com Nossa Senhora do Rosário de Fátima os fiéis foram informados para não procurar a mortificação adicional para oferecer a Deus, mas para oferecer/aceitar qualquer e todas as dificuldades que encontramos no nosso Dia-a-dia para: Amor de Jesus, em reparação para as ofensas cometidas contra o coração o Coração Imaculado de Maria e para a conversão dos pobres pecadores.

Para que era esta instrução inócua e aparentemente “somente outro exercício de religiosidade”, como muitos diriam, suficientemente importante para a Mãe de Deus entregá-la pessoalmente á humanidade?

Primeiro: O “Céu” soube que nós não íamos responder plenamente a Suas exortações á santidade. Uma recusa que faria o Século 20 o século mais sangrento da história humana.

Segundo: O “Céu” não quis que tal sofrimento fosse desperdiçado desde que, se adequadamente oferecido, se tornasse num mecanismo auto-correctivo para a humanidade doente.

Como Funciona?

Embora Miguel de Portugal estivesse já consciente do mecanismo espiritual actual que é posto em prática quando fazemos a tal oferta, só agora está permitido falar sobre ele.

O Mecanismo
Há alguns pecados pelos quais a Divina Justiça exige reparação para que Deus possa exercer a vontade da Sua misericórdia nessa alma e atrai-lo a ele.

Veja “exercer a vontade da Sua misericórdia” como:

(a) O abrir de uma janela pela qual essa alma pode alcançar o perdão de Deus; ou

(b) Como o exercício de uma atracção sobrenatural sobre essa alma para procurar o tal perdão de Deus.

Mas... quem fará a reparação exigida pela Justiça Divina, se:
(a) O indivíduo nem sequer sabe quem é Deus; ou

(b) O indivíduo nem sequer sabe que ele/ela tem uma dívida enorme com Deus? Isto é, como irá aquela alma achar a sua redenção se ele/ela não têm qualquer ideia disso, devem eles morrer instantaneamente, ou irão eles acabar irremediavelmente na eterna maldição?

É então que o obediente fiel, você e eu, devemos entrar em acção. È nossa responsabilidade, sim, responsabilidade, fazer a reparação necessária em favor de tais indivíduos. Deus está a contar com isso para os entregar á salvação.

O Mecanismo é simples e espectacular.

Alguns dirão: “Isso é arrogância, Deus não necessita de nós para salvar outro.”

Bem, isso é intrinsecamente verdadeiro. Deus não necessita de nada excepto o que Ele soberanamente decidiu “necessitar”; e escolheu “necessitar” cooperação do homem no Seu plano de Salvação. È assim tão fácil!

Esses que estudaram os acontecimentos de Fátima lembrar-se-ão da preocupação contínua de Beata Jacinta nos pobres pecadores que iriam para o Inferno. Ela não pôde fazer penitência suficiente como actos de reparação para seu benefício espiritual. O que nós lhe explicamos, no Nome de Deus, é precisamente a razão. Ela sabia isto.

O fiel também irá lembrar-se que Beato Francisco não pôde pensar em mais nada do que consolar o seu Jesus amado. Porque necessitou Jesus de tanto consolo? Porque pessoas demais foram destinadas a muito sofrimento e porque não estavam pessoas suficientes a fazer a necessária reparação.

A resposta é simples e espectacular.

Uma Testemunha

Este escritor suportou muito sofrendo com actos de reparação para outros. Ele também pode garantir-lhe isso categoricamente: A “alegria interior e paz” associaram-se com tal oferta que não pode ser descrito em termos humanos; mesmo quando o sofrimento prolongado alcançou um nível apoiado, isso causou com que o seu rosto fosse temporariamente desfigurado pela dor.

Isto não era sofrimento imposto. Sofrimento imposto é masoquismo, indiferentemente do nome usado para isso. O sofrimento que ele experimentou foi concedido por Deus como quando Ele passou um “cheque espiritual em branco” apresentado a Ele por este escritor para o benefício espiritual de um certo segmento da população mundial. Um processo de “colecção de cheque” que durou vários meses.

Embora esperando ansiosamente que Deus acabe o “processo de colecção” este escritor não quis acabar um segundo mais cedo do que Deus necessitou acabar. Não confunda, isto não foi um triunfo pessoal deste escritor, todo o mérito pertence á Graça de Deus que permitiu tal oportunidade e sustento por todo ele.

Tomem coragem fiéis – Com Deus Tudo É Verdadeiramente Bom mesmo quando não estamos a perceber o que está a acontecer; mesmo assim nunca tente ultrapassar Jesus por não pedir humildemente a Deus primeiro para retirar o sofrimento; caso contrário, aceitar a vontade de Deus em paz.


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